21
de
agosto
Mudança
Este blod está de mudança. Aos poucos os escritos serão levados para o novo endereço:
Depois de anos aqui resolvi mudar. Mudei porque lá posso colocar vÃdeos, colocar foto na capa.
Então já sabem, A mina do cara!
Este blod está de mudança. Aos poucos os escritos serão levados para o novo endereço:
Depois de anos aqui resolvi mudar. Mudei porque lá posso colocar vÃdeos, colocar foto na capa.
Então já sabem, A mina do cara!

Angeli
Eu, hoje, descobri quem são os grandes mestres do humor. São eles, claro. O Lula me mata de rir ao falar que não sabia das corrupções, o FHC ao falar "fumei mas não traguei"! Ele fumou maconha, e falou que não tragou! Mas fumou!
FHC estudou em universidade; todos que já frequentaram ou frequentam universidade sabe como são. Não sei não se ele tragou ou não. Aposto que sim. Ele jura que melhorou o País. E o que ele fez na Educação, isso ninguém comenta… Isso que foi professor universitário.
Angeli
O Lula nem se fala, e quando fala… Ele sim é um humorista de primeira!

Humberto - Retirada do Jornal do Commercio (PE)
Aqui em Minas o governador Aécio Neves faz piada sempre. E como é motivo de piadas! É um censurador de primeira! E a mídia não fala nada; por ser censurada? Só sei que não se pode confiar em muita gente por aqui, neste "praneta".
No www.novojornal.com.br você encontra algumas notícias sobre o estado de Minas Gerais. Inclusive este saite foi censurado de TODOS os computadores a serviço do governo de Minas. Será que aí tem? O Diogo Mainardi bem que poderia investigar o governo de Minas como faz com o de Lula…
Imagine se nós prestássemos atenção nas propostas de todos os candidatos, mas todos mesmo, prefeitos, vereadores, deputados, presidente… Não votaríamos. Com certeza absoluta!
ELES GOZAM DA NOSSA CARA!

PS: O que seria de nós sem os cartunistas, cronistas…?

Esta é das minhas preferidas do local.
PS: Acho que com as fotos terei mais visitantes, não?
Querer (não) é poder?
Eu sempre quis ser mentiroso. Um bom mentiroso. Daqueles que contam história gigante. Uma história que nunca aconteceu, e que todos sabem disso. Um verdadeiro mentiroso! Ah! Quem me dera…
Imaginem que legal, chegar em casa, depois de nada acontecido na rua além do que sempre acontece, e inventar uma história. Uma bela história. Com personagem, enredo, tempo. Aquela história! Não sei bem qual seria, agora. Inventaria, com certeza.
Já ia chegar dizendo: você não acredita! “É, em que?”. Aí começaria… hoje no centro eu tava andando e de repente PUM! Uma bomba! Juro. Explodiu quase em mim! A sorte que desconfiei e fui um pouquinho pra lá. Aí já era… Vôo gente viu.
Casado? Aí sim! Ouvi umas histórias que fiquei morrendo de inveja. Como os caras conseguem e eu não? Fico puto com isso! Ouve só mais essa: tava na rua, na gandaia, e a esposa em casa. Já era tarde. E ela ia brigar. O que aconteceu? O camarada foi ao posto de gasolina, chegou pro frentista e disse: cinco centavos de gasolina, por favor. “Que?! Cinco centavos?!” É sim, e pode despejar aqui na minha mão. Passou a gasolina na roupa, só o cheiro, e foi embora cheirando a gasolina. Que porra de carro! Tinha que dar defeito uma hora dessa! Filho da puta! Amanhã cedo vou ao mecânico. Merda de carro!
Ai que inveja!
PS:Dedico ao grande mestre da mentira de Foz do Iguaçu, ao lado de quem passei vários anos ouvindo suas histórias.
Que lindo!!!!! Dedicado a quem?
Berimbau
Vinicius de Moraes / Baden Powell
Quem é homem de bem, não trai
O amor que lhe quer seu bem
Quem diz muito que vai, não vai
E assim como não vai, não vem
Quem de dentro de si não sai
Vai morrer sem amar ninguém
O dinheiro de quem não dá
É o trabalho de quem não tem
Capoeira que é bom, não cai
E se um dia ele cai, cai bem!
Capoeira me mandou
Dizer que já chegou
Chegou para lutar
Berimbau me confirmou
Vai ter briga de amor
Tristeza, camará
A Bênção Poetinha que eu quero chegar…
"Porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia
Se hoje ele é branco na poesia
Ele é negro demais no coração"
O valor de uma amizade vale muito, com muita certeza. Quem tem amigos e amigas pode falar por mim. Eu cultivo amizades há anos. Mais ou menos uns doze anos. Isso sem falar em amizade com parentes, o que me parece raro em algumas famílias.
Ser amigo é falar a verdade acima de tudo, não é? Não sei. É estar ali para dar força e ajudar sempre que precisar, não é? Não sei. Nossa! Não sei de nada. Acho que na verdade não tenho amigo coisa nenhuma. Que coisa estranha. Deve ser o humor!
Muitos são amigos nas horas de dizer o que o outro ou outra quer ouvir. E muitos não são por isso mesmo. Aí é que está a grande questão, pelo menos pra mim. Já tenho inúmeras dúvidas sobre amizade. Lembro de boas coisas de amigos. Tanto as que fiz como as que não fiz.
E creio que as que não fiz foram marcantes porque não sei o que teria acontecido. Fiz umas coisas que não devia ter feito e vi o que aconteceu por isso. Aí soube se fiz certo ou não. Agora, as dúvidas que tenho das que não fiz me matam, às vezes…
Não ter dito, ou ter dito aquilo aquele dia pra´quela pessoa… Isso me mata a cada dia. Não ter me despedido de um grande amigo… Agora o que me resta é dedicar músicas, poemas, crônicas… Abraço já não dou mais. Idéias já não trocamos mais… A saudade fica. Isso fica!
Já matei uns pela amizade de outros. Já perdi amigos por querer. Como já perdi sem querer. E descobri que é mais fácil perder um querendo do que sem querer. Sem querer você perde e acha que ele volta. Este é o problema! Querendo, você nem quer que ele volte. E não volta mesmo. Isto que é bom! Vou tentar perder mais uns, pra aliviar os presentes e convites…
Amigo, vale a pena manter nossa amizade? "Que amizade? Nossa amizade acabou, não sabia?" Eu achei que não tinha acabado. "Depois do que você fez? Cê é louco? Como achou que íamos ser amigos ainda?" Mas eu pedi desculpa. "Depois de ter feito."
Não sei mais o que comemorar no Natal. O que mais se comemora, eu acho, é o recebimento de presentes. Além de ser feriado e não precisar trabalhar, claro.
Enquanto a famíia festa, a empregada está na cozinha. Trabalhando e com o olhar pela janela fixo ao nada. É o que resta a esta mãe, que precisa levar sustento aos filhos. E nas ruas as ciranças pedem dinheiro e presentes. Algumas ganham presentes, e vão brincar?
Duranta a ceia uma mãe fala: "Hoje todo mundo tem que comer pra poder brincar." Quem dera… E a festa continua. E a parte mais esperada, fora a ceia, é a distribuição de presentes.
Onde está o Natal filosófico, religioso?
Eu que fico tempos sem escrever aqui volto com um tema propício ao momento: as cidades. Isto porque acabo de voltar de Belo Horizonte, e lá as coisas não são como aqui, em Foz do Iguaçu. Foz é uma cidade singular.
Faz fronteira com o Paraguay e a Argentina. Por isso é uma cidade única. Já Beagá, como é escrito o apelido pelos próprios moradores, não é tão singular. Talvez tenha uma singularidade pequena, como qualquer outra cidade grande.
O que a torna uma grande cidade? No meu ponto de vista é a diversidade de apresentações artísticas. E não apenas artistas populares, ligados aos veículos de informação. Lá, os jornais divulgam shows, teatros, exposições, e mais o que tiver grátis, e em sessão separada das pagas. Isso é ótimo.
Quem não tem grana pra ver um show assiste na praça, na universidade, em casas de shows, teatros, e sem pagar. É lindo! Maravilhoso! Isso, aqui em Foz não temos muito, ainda. Acredito que logo logo a prefeitura abrirá os olhos para essa questão, o que é de fundamental importância para a cidade.
Nem vou falar da diferença entre as universidades públicas, a UFMG e a Unioeste-Foz.
Agora, para morar na capital é preciso se acostumar a ver as marquises como casa. É muito triste! Eu perguntei a algumas pessoas e elas consideraram normal aquela gente dormindo, passando fome, frio, calor, pegando doenças, se humilhando,e tudo o mais que acontece.
Uma cidade que oferece arte de graça na praça é a mesma que não liga para pessoas dormindo na rua. E aí? Nada. Acostumar? É o jeito.
Compus uma música intitulada Praça da Paz. Depois descobri que a praça não se chamava Paz. O que fazer, já tava pronta a música. Agora é uma música que mostra como vi e vejo a praça, a qual tem inúmeras funções.
"Normal só tem você e eu", não é mesmo Lenine?!
E chegando em Foz, mais uma vez me deliciei com a beleza vista pela janela do avião. Foz é realmente única, singular. Aqui a beleza fala mais alto.
Eu pensava que o João (nome fictício) poderia ser um poeta com lindos versos. Jurava que poderia. Pensei em falar com ele sobre o assunto. Pensei, pensei, e não falei.
Ainda bem que não falei. Eu descobri que seu jeito não é para poesia. É para politicagem. Quanta diferença! Tamanha diferença! Ele tem alguns sentimentos guardados que dariam bons versos. Dariam. Quem nasceu para politicagem não nasceu para ser poeta.
No saite do violonista Toquinho tem alguns pensamentos interessantes, e um deles sobre a vida de um poeta. O viver diário do poeta. O que não é fácil. O Ildo Carbonera em seu livro Alguém viu meu avô? lamenta que a poesia "não é mais algo que abala, revoluciona, comove."
Assumir-se poeta também não abala, não cria a idéia de que o poeta pode jogar futebol, basquete, nadar. Tem-se a idéia de que o poeta é um ser viajante, sonhador. Não que ele é uma pessoa que escreve, e só. O poeta escreve. o músico toca, a dançarina dança. E quem faz politicagem? O que é quem faz politicagem?
"Fazer samba não é contar piada / Quem faz samba assim não é de nada / Um bom samba é uma forma de oração" diz Vinicius de Moraes. O que diz o camarada que faz politicagem? Tá vendo João, não prestei atenção ao que falou. Mas sua politicagem rendeu uma crônica. Até que serviu pra alguma coisa.