6
de
junho
Minha mente minha pátria
Nunca pensei que minha pátria poderia ser minha mente. Isso é fabuloso! "Então quer dizer que temos duas pátrias?" Só duas? Eu tenho várias. Por onde passei, e passo, deixo lembranças e carrego outras.
Foi assim em Floripa, e tem sido assim em Foz. Sou natural de Belo Horizonte, mas com seis anos fui embora. Todos meus amigos, ou quase, são de Foz; em Floripa fiz ótimas amizades também. A saudade é grande. São grandes amigos.
Hoje sinto como é importante ser autêntico, sincero. Fico pensando essas pessoas que sacaneiam, fazem trapaças, o que elas carregam quando vão pra outro lugar? Não há nada melhor que ouvir um amigo dizer que estava conversando com outro sobre você, e o assunto é bom, é saudade, boas recordações…
Deixo aqui registrado um grande abraço aos meus amigos, verdadeiros amigos. Eles sabem quem são!
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Quando eu era criança eu li um livro que até hoje me lembro, e me marca muito. Numa das páginas um menino grande batia no menor porque o menor havia falado alguma coisa a ele. E então o pequeno aprende que se pensar e não falar ele nunca apanhará!
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"Quero ser o caçador, ando cansado de ser caça" (Zeca Baleiro)

