30
de
março
Às vezes me sinto um pouco menor por não ler as piadas que recebo por e-mail. Será isso comum? Falam-se das piadas, dos textos, só não dos que leio. E os livros que leio, não são dignos de comentários?
PS: Leio os jornais e não sei se sinto vergonha ou graça das notícias. Que vergonhoso, ex-ministro! Que graça, Lula! Logo o homem-de-confiança-do- presidente!
PS2: Como as músicas do Los Hermanos é atual! E o pessoal do rap tem razão em suas críticas? Creio que sim.
25
de
março
Só acredito em Deus se Ele criou as mulheres!
20
de
março
Não vou mais usar meus cadernos pra escrever meus textos, meus poemas. Agora eu escrevo no computador. Só que alguém lerá! Eis o poblema, ou a solução. Antes escrevia pra quardar, agora mudei. Escrevo e mostro, pra quem quiser. Ué, mas meu caderno perdeu o lugar dele?
Creio que não. Com certeza meus poemas que gosto muito ficarão lá, guardados, esperando o dia de sair. Usarei este espaço pra dizer bobagens, como muitos. Falarei sobre alguns temas que nada sei, mas falarei.
Como agora. Escuto o novo disco da Ana Carolina e do Seu Jorge, Ana e Jorge. Está na música Chatterton, nome de um poeta que suicidou. Se eu estiver falando com quem nem sabe quem foi e se existiu um tal Chatterton, posso falar a maior merda que não faz diferença. Posso dizer que foi um imgrante europeu que veio no século 19 para o Brasil ganhar a vida.
Pois bem, não farei isso, de propósito. Farei com um poema ou outro do Drummond, ou do Bandeira, quem sabe Quintana. Só que não será de propósito. Não tenho coragem pra tal. Quem sabe eu poste (olha o neologismo!) um poema e faça alguns comentários.
Agora, leitor, vamos combinar: se eu escrever uma besteira você e corrige, tá bem? Quem sabe se pedirem muito eu realmente troque meu caderno pelo computador.
PS: Não sei responder ao leitor. Que leitor? Como responde, leitor?